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segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Sistema de 3 MACD do Moraes

Sistema de 3 MACDs para Operar no M5 (Multi-Horizonte)

Estratégia de leitura em camadas para operar no 5 minutos sem perder as tendências de médio e longo prazo.

MACD / Média Configuração MACD Médias no Gráfico Horizonte Função Principal Uso Operacional
MACD Rápido
Curtíssimo prazo
12, 26, 9 EMA 12 & EMA 26 Curtíssimo prazo (M5) Leitura imediata do momentum Timing de entrada; leitura de impulsos e micro-divergências
MACD Intermediário
Filtro / Pulso
20, 70, 14 EMA 20 & EMA 70 Médio prazo intraday Filtrar correções profundas Evitar entradas contra tendência intermediária
MACD Estrutural
Viés macro
144, 244, 12 EMA 144 & EMA 244 Longo prazo dentro do M5 Determinar direção macro Filtrar trades somente na direção dominante
Integração
Regra geral
- Todas as médias Multi-horizonte Ordenar tendência por camadas 1) Seguir estrutural → 2) confirmar com intermediário → 3) entrar pelo rápido

Dica: combine MACDs com price action e fluxo para validar entradas com maior precisão e evitar sinais falsos.


Agora como fazer um esquema de interpretação desses MACD, isoladamente (com suas médias plotadas no gráfico, e em conjunto? ou — um modelo interpretativo completo (como ler cada MACD simultaneamente); com — um fluxograma operacional para entradas;
O ChatGPT disse:

Vamos estruturar isso de forma realmente útil para o teu nível — algo que ajude a pensar, não apenas a repetir sinais prontos. O MACD é simples como fórmula, mas profundo como fenômeno de mercado: ele é uma lente que captura aceleração, desaceleração e transição de regime. Quando você usa três MACDs juntos (longo, intermediário e curto), você está criando um "sismógrafo" multiescala do momentum.
Vamos montar:

  1. Um esquema interpretativo isolado para cada MACD.

  2. Um modelo interpretativo completo — como integrá-los simultaneamente.

  3. Um fluxograma operacional para entradas.

Se quiser, depois montamos exemplos práticos ou exercícios.

–––––

1. Interpretação isolada de cada MACD (conceitual e profunda)

Pense que o MACD é sempre uma disputa entre duas forças:
velocidade atual do preço vs velocidade passada do preço.
A linha MACD mostra quem está ganhando. O sinal mostra se existe estabilização da força. O histograma mostra aceleração/desaceleração.

MACD Longo

(Indicado para regime de preço: tendência estrutural ou lateralidade mais ampla.)
Ele responde lentamente. Sua função é te dizer: “O mercado está construindo força estrutural ou apenas oscilando?”

— MACD acima de zero por muito tempo → regime estrutural comprador.
— MACD abaixo de zero por muito tempo → regime estrutural vendedor.
— MACD cruzando a linha zero → transição de regime.
— Histograma expandindo devagar → impulsão macro.
— Histograma diminuindo (mesmo ainda positivo ou negativo) → perda de tração no regime.

Interpretação principal: ele te informa em qual tipo de mundo você está operando.
Quando esse indicador diverge do preço por muito tempo, ele está sugerindo esgotamento estrutural — não timing, mas condição.

MACD Intermediário

(Serve para ritmo tático — swing curto dentro do regime maior.)

Você usa para detectar quando o impulso dentro do regime ganha ou perde força.
É onde aparece a maior parte das entradas de pullback e continuação.

— Cruzamentos MACD/sinal têm mais impacto.
— Histograma dá excelente leitura de aceleração.
— Divergências são mais significativas.

Ele funciona como um “radar tático”:
“Estamos prestes a acelerar de novo dentro da tendência maior? Estamos embalando para inverter dentro da tendência maior?”

MACD Curto

(É quase um detector de microacelerações — respirações do preço.)

É sensível e ruidoso. Você não usa como gatilho isolado; usa como afinador.
Ele mostra:
— microperdas e microganhos de fôlego,
— as viradas mais rápidas da microestrutura,
— antecipação do que o intermediário pode fazer.

Se o longo é o clima, o intermediário é o tempo atmosférico, o curto é o vento no seu rosto.

–––––

2. Modelo interpretativo completo (como ler simultaneamente)

A chave é ver alinhamento, desalinhamento e transição.

A. Alinhamento pleno

— Longo, intermediário e curto acima de zero → tendência forte.
— Histograma do intermediário acelerando → continuação provável.
— Curto reforçando isso → timing para entrada.

Esse é aquele cenário em que você tem:
regime definido + impulso intermediário + microaceleração.
Aqui está quase sempre o melhor risco-retorno para entradas de continuação.

B. Alinhamento parcial

— Longo positivo, mas intermediário perdendo força e curto negativo.
Esse estado significa: pullback dentro da tendência maior.
Você espera o curto virar primeiro, depois o intermediário voltar a expandir.

É uma leitura funcional:
O mercado descansa, perde microforça, depois reconfirma a direção estrutural.

C. Desalinhamento (conflito entre escalas)

— Longo positivo, intermediário negativo, curto positivo.
ou
— Longo negativo, intermediário positivo.

Esses são cenários caóticos:
Há disputa entre escalas.
São zonas de transição, redistribuição, absorção ou exaustão.

O papel aqui não é entrar; é interpretar contexto:
“Estamos migrando para lateralidade ou preparando reversão maior?”

D. Transições clássicas

  1. Curto vira → Intermediário vira → Longo cruza zero
    Sequência típica de mudança estrutural.
    O curto é o primeiro sussurro, o intermediário a confirmação, o longo a institucionalização do regime.

  2. Intermediário falha em acompanhar o longo
    É sinal de perda de força do regime.
    A divergência entre intermediário e preço é sinal robusto de transição futura.

  3. Longo ainda firme, mas intermediário e curto sincronizam numa reversão contrária
    Isso costuma antecipar lateralizações amplas.

–––––

3. Fluxograma Operacional para entradas usando os três MACDs

Vou te entregar um fluxograma lógico, em linguagem de decisão — algo que você pode transformar em checklist mental para Price Action + Tape Reading.

Passo 1 — Identificar o regime (MACD longo)

— Está acima de zero? Regime comprador.
— Está abaixo de zero? Regime vendedor.
— Está cruzando zero? Regime em mudança.
Se o longo estiver confuso, você já sabe: reduza ambição, aumente seletividade.

Passo 2 — Identificar o impulso tático (MACD intermediário)

— Histograma expandindo na direção do regime → mercado com força.
— Histograma desacelerando → fim de impulso.
— Divergência → possível virada tática.

Esse passo te diz se hoje a tendência estrutural está com tração suficiente para entrada.

Passo 3 — Microtiming (MACD curto)

— Procure viradas do curto a favor do intermediário.
— Cruzamentos muito frequentes sem direção → ignore; mercado ruidoso.
— Se curto e intermediário alinham viradas juntos, isso cria timing de entrada.

Passo 4 — Integração com o preço (necessário para entrada real)

Aqui entra teu Price Action Brooksiano:
O MACD dá o ambiente; o preço dá o gatilho real.

Você espera:
— rompimento confiável,
— falha de rompimento com microaceleração,
— pullback retomando direção,
— barra de força,
— sequência de barras com máximas mais altas ou mínimas mais baixas.

MACD filtra; preço comanda.

Passo 5 — Integração com Tape Reading

O fluxo confirma o cenário construído:
— se há agressão alinhada com o impulso intermediário, você tem confirmação;
— se há absorção na direção oposta, você evita entrada;
— se há desequilíbrio forte, você pode antecipar acelerações do intermediário antes de aparecerem no histograma.

Passo 6 — Entrada

Somente quando:
Regime (longo) + Impulso (intermediário) + Microtiming (curto) + Price Action + Fluxo
apontam na mesma direção.

Se faltar um deles, você reduz tamanho ou ignora.
Se houver conflito entre os MACDs → evitar entrada.

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